Vai Um O2 Aí ?

No Blog No Mínimo, Cristina Tardáguila Ferreira comenta sobre a nova mania dos bares e pubs: Inalar oxigênio em vez de ingerir álcool. O hábito está mais difundido na Europa, mas já chegou ao Brasil:
Como as leis de controle do consumo de tabaco e bebidas alcoólicas são cada vez mais rígidas nas principais cidades do mundo, mentes pensantes (e - por que não dizer logo? - mirabolantes) andam investindo tudo o que têm em bares de oxigênio. Não. Você não leu errado. Tem gente apostando mesmo que a onda do futuro é substituir os mal cheirosos charutos e aquela cervejinha gelada do happy hour por uma borrifada refrescante do mais puro e concentrado O2.
O empresário americano Michael Miller, 42 anos, que mora em São Paulo há doze, é um desses investidores aparentemente – só aparentemente - malucos. Desde 2003, aluga para boates, festas de aniversário e casamentos umas máquinas – chamadas concentradores - capazes de sugar o ar que respiramos, de retirar dele as impurezas excessivas e o nitrogênio contido em sua fórmula original e de fornecer, através de canudinhos individuais e intransferíveis ligados diretamente nas narinas dos consumidores, um oxigênio “muito mais limpo e em uma concentração muito mais alta do que a que estamos acostumados a respirar”.
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