A Verdade Por Trás das Mentiras

Um novo estudo descobre que os mentirosos têm mais substância branca nos seus cérebros, o que pode contribuir para um distúrbio compulsivo.
Uma criança na fase pré escolar diz à sua professora que os seus pais morreram- uma das mais precoces mentiras de uma mentirosa patológica.
Ao longo dos anos, as mentiras da garota foram tão sérias, tão recorrentes, que ela nunca foi capaz de conservar amigos. Ao longo desse tempo, a jovem, hoje com 19 anos de idade, fingiu ter câncer do estomago, inúmeras gestações e um namorado violento. Tudo mentira.
Agora, cientistas na Universidade da Califórnia do Sul em Los Angeles podem ter fornecido a explicação biológica para esse tipo de mentira.
Yaling Yang e seus colegas identificaram alterações estruturais nas regiões pré-frontais de mentirosos patológicos. Os mentirosos apresentaram um aumento de 22 por cento na substância branca e uma reduç&ailde;o de 41 por cento na razão entre substância cinzenta e branca.
Os achados foram publicados no British Journal of Psychiatry